História e Cultura CINEMA

7 filmes para assistir no Dia das Mães

Veja a lista que preparamos em homenagem a todas as nossas rainhas.

10/05/2020 17h35 Atualizada há 2 meses
Por: Augustho Soares

Muita gente pode dizer que “o Dia das Mães deveria ser comemorado todos os dias”, mas isso não significa que a gente não pode/deve dar uma atenção especial pra elas nesta data.

Sabemos que na nossa realidade atual o dinheiro está curto, o preço do dólar anda subindo e tu deveria estar em isolamento social. Então é bem possível que o presente para a tua matriarca não chegue tão cedo desta vez.

Por um lado, tem gente que nem vai conseguir vê-las neste domingo, seja porque elas estão longe ou já não estão mais aqui, mas para aqueles que estão em quarentena com as suas mães, uma boa alternativa é passar o tempo assistindo algum filme.

Então, na Sessão de Domingo desta semana preparamos uma lista em homenagem a todas as mães. As produções listadas aqui podem ser encontradas na internet, em plataformas de streaming.

Vale ressaltar que a ordem e numeração dos filmes não representa necessariamente a sua relevância.

Bora conferir?

 

1 - Minha mãe é uma peça – trilogia

Foto: Divulgação

Aqui estamos contando como um, mas na verdade vamos falar de três filmes. Não tem como negar que a trilogia Minha Mãe é uma Peça é um dos maiores sucessos no Brasil. Afinal, os três longas-metragens da franquia lotaram salas de cinema em todo o país.

Ao longo dos filmes, acompanhamos as loucuras de Dona Hermínia (Paulo Gustavo), uma mãe que não larga o pé de seus filhos Marcelina (Mariana Xavier) e Juliano (Rodrigo Pandolfo), sem se dar conta que os dois já estão bem grandinhos.

Vale ressaltar que a personagem principal é uma espécie de homenagem bem-humorada à mãe do comediante Paulo Gustavo, o qual é protagonista e roteirista nas produções, que por sua vez são baseadas em uma peça de mesmo nome, criada e estrelada pelo próprio ator.

No geral, a trilogia representa de uma maneira bem engraçada algumas situações com que muitos filhos e mães podem se identificar.

 

2 - Um sonho possível (2009)

Foto: Divulgação

Sabe aquela história de que mãe nem sempre é quem te coloca no mundo? Essa é a premissa de Um Sonho Possível, filme que, em 2010, rendeu um Óscar de Melhor Atriz para Sandra Bullock.

Baseado em uma história real, o longa-metragem conta a história de Michael Oher (Quinton Aaron), um adolescente negro, pobre e quase analfabeto, que ganha uma bolsa de estudos em uma escola para jogar futebol americano. Porém, seu talento no campo não impede que o jovem sofra todo tipo de preconceito.

Certo dia, quando Leigh Anne Tuohy (Sandra Bullock), mãe do único amigo de Michael na escola, percebe queo garoto não tem onde passar a noite, decide convidá-lo para dormir em sua casa.

Então, com o apoio de seus filhos e do marido, o ex-jogador de basquete Sean Tuohy, Leigh Anne acolhe Michael, que com a ajuda da nova família, conhece seu potencial como estudante e esportista.

 

3 - Lado a lado (1998)

Foto: Divulgação

Apesar de se passar em um período de Natal, a história de Lado a Lado se encaixa muito bem no Dia das Mães.

No drama, os irmãos Anna (Jena Malone), de doze anos, e Ben (Liam Aiken), de sete, não aceitam a nova namorada de seu pai, Isabel Kelly (Julia Roberts), uma renomada fotógrafa que faz de tudo para deixá-los felizes. Por sua vez, Jackie (Susan Sarandon), mãe das crianças, alimenta essa briga, tratando Isabel friamente.

Porém, Luke (Ed Harris), o pai, faz a proposta de casamento para a fotografa, o que causa ainda mais irritação às crianças, que querem seus pais juntos novamente. Então, quando as coisas pareciam que não poderiam piorar, Jackie é diagnosticada com câncer, o que a faz repensar em sua vida e enxergar a namorada do ex-marido com outros olhos, pois talvez não esteja mais com seus filhos no próximo Natal.

 

4 - O filho da noiva (2001)

Foto: Divulgação

Longa-metragem que representou a Argentina no Oscar de 2002, O Filho da Noiva é uma amostra da qualidade que tem o cinema do outro lado da fronteira.

Na produção, Rafael (Ricardo Darín) enfrenta problemas no seu restaurante e vive em crise por não dar atenção à sua filha, à namorada, e nem mesmo à sua mãe, Norma (Norma Aleandro)que tem Alzheimer.

Porém, quando seu pai, Nino (Héctor Alterio), lhe conta que decidiu realizar o antigo desejo de Norma e casar-se com ela na igrejaRafael resolve se empenhar ao máximo para fazer a mãe feliz.

Sem dúvidas, este filme vale a pena ser assistido, tanto pelo roteiro bem desenvolvido, como pelas ótimas atuações, com destaque para Norma Aleandro e Ricardo Darín, o qual é figurinha carimbada nas melhores obras do cinema argentino das últimas décadas.

 

5 - Valente (2012)

Foto: Divulgação

Se a intenção é passar um tempo com toda a família, assistir a uma animação pode ser uma boa ideia. Neste caso, Valente talvez seja um dos filmes que melhor representa um tipo de relação entre mãe e filha.

No longa-metragem, a jovem princesa Merida foi criada por sua mãe para ser uma sucessora perfeita ao cargo de rainha. Porém, a menina não tem nenhuma vontade de seguir as regras de etiqueta e costumes do reino.

Para piorar, a rainha organiza uma competição para escolher o futuro marido de sua filha. Assim, Merida decide pedir ajuda de uma bruxa, uma escolha que põe em risco o reino e a vida de sua mãe. Agora cabe à jovem ajudar a rainha e salvar o reino.

Uma produção da gigante Disney Pixar, Valente conquistou os títulos de Melhor Animação no Óscar e no Globo de Ouro em 2013.

 

6 - Minha Mãe é Uma Viagem (2012)

Foto: Divulgação

Mais uma comédia leve para passar o tempo, Minha Mãe é Uma Viagem não é uma obra prima, mas pode ser bem engraçado.

Andy (Seth Rogen) é um jovem inventor que convida sua mãe (Barbra Streisand) para fazer uma viagem pelos Estados Unidos.

Enquanto o filho tenta encontrar compradores para a sua nova invenção, a mãe aproveita para procurar por um antigo amor.

Então, durante a jornada, eles reforçam sua ligação de uma forma que não poderiam ter imaginado.

Este filme é baseado em uma viagem realizada anos antes, pelo roteirista Dan Fogelman e sua mãe, de Nova Jérsei para Las Vegas.

 

7 - Que horas ela volta? (2015)

Foto: Divulgação

A mistura de comédias e críticas sociais não é algo tão comum no cinema brasileiro, mas Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert, consegue desenvolver esta ideia e ainda inserir drama através de uma relação maternal.

Em busca de um emprego, a pernambucana Val (Regina Casé), vai para São Paulo, deixando sua filha, Jéssica (Camila Márdila), com o avô.

Logo, a mulher consegue um emprego como babá e depois de empregada doméstica na casa de uma família de classe média-alta onde ela cuida do filho dos patrões.

Mais de uma década depois, Val é economicamente estável, mas se sente culpada por ter deixado sua filha. De repente, a jovem decide ir a São Paulo para fazer um vestibular e pede apoio a mãe.

Mesmo assim, a convivência é complicada, ainda mais pela personalidade de Jéssica, que não aceita a separação de classes e posições impostas na casa dos patrões da mãe, que faz suas refeições em uma mesa separada, dorme em um quartinho aos fundos da casa e jamais coloca os pés na piscina onde os outros se divertem.

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